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Está programada para a próxima quint

Segunda-feira, 13 de julho de 2015

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A localização da Estação de Tratamento será um dos principais temas da audiência


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Está programada para a próxima quinta-feira 16, a partir das 19 horas no auditório da prefeitura de Cafelândia, a realização de uma audiência pública da Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná), que estará prestando esclarecimentos sobre a atual situação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), instalada no município e futuros investimentos. A localização da estação de tratamento será um dos principais temas da audiência, uma vez há reclamações de moradores das imediações, quanto ao mal cheiro que exala do local. Durante a audiência, engenheiros e técnicos da Sanepar também vão explicar a comunidade, bem como as autoridades presentes, os investimentos que estão sendo realizados no município.

 

          Segundo o gerente regional da Sanepar, Fabio Oliveira, 80% do município é atendido com a rede e tratamento de esgoto, muito acima da média nacional que é de apenas 50% de rede coletora, sendo que destes somente 38% recebe tratamento. “Durante a audiência nós falaremos sobre o que a Sanepar tem de solução neste sentido, e o que propomos de melhorias para o futuro. Durante o encontro ouviremos o que os munícipes precisam alinhando com o que a empresa tem condições de realizar, atendendo os anseios da população”, afirmou o gerente.

 

         A audiência pública está sendo convocada pelo prefeito, Valdir Andrade da Silva “Bugrão”, que aguarda o comparecimento da população para sanar dúvidas sobre o assunto. “A participação da população é de fundamental importância para que possamos eliminar todas as dúvidas e ao mesmo tempo ouvir dos engenheiros da Sanepar, qual a melhor saída para a solução dos problemas”, disse Bugrão.

 

         Ainda segundo o prefeito desde 1983 a companhia vem prestando serviços no município, sendo o contrato renovado em 1996. No entanto em 2013 a Câmara de vereadores criou um projeto de lei pedindo a municipalização e proibindo que o executivo renove o contrato com a companhia sem o aval do legislativo. “Nós percebemos que vários municípios do Paraná que estão municipalizados, já estão com dificuldades de realizar os investimentos, com isso nós não vemos esta viabilidade e entramos na justiça pedindo a inconstitucionalidade desta lei”, finalizou.

Fonte: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO/JORNAL INTEGRAÇÃO

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