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Banco Social promove micro e pequenos empreendimentos em Cafel?ndia

Sexta-feira, 04 de junho de 2010

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Cafelândia retomou os trabalhos com o Banco Social a cerca de dois meses. Ele consiste em um programa estadual, em parceria com o município, com o objetivo de gerar incentivos para micro e pequenas empresas, cooperativas, prestadores de serviços e autônomos.

 

Segundo o agente de crédito e diretor de Indústria e Comércio do município, Fernando Guedes, os benefícios são visíveis. “O Banco Social mostrou-se eficiente ferramenta de desenvolvimento dos pequenos negócios e de transformação da realidade local. Ele tem ajudado na inclusão social melhorando a renda de muitas famílias e pequenos empreendedores”, comemora.

 

Guedes continua e aponta que os créditos disponibilizados a cada mês chegam a milhares de reais. “Só em maio foram fornecidos mais de R$ 49 mil. Esse é um dinheiro que faz com que as pequenas iniciativas tenham mais fôlego e possam se manter no mercado.”

 

O cabeleireiro Geraldo Barbosa da Silva comenta que buscou financiamento junto ao Banco Social a fim de melhorar os equipamentos usados em seu salão. “O financiamento de R$ 2,8 mil neste momento nos proporcionou a condição de atender melhor nossos clientes”, comemora.

 

Dados da Agência de Fomento do Estado do Paraná mostram que o programa, desde a primeira vez que foi implantado no município, beneficiou cerca 879 pessoas entre familiares, trabalhadores e novas contratações geradas diante dos benefícios.

 

A empresária Maura Pereira Monção afirma que conseguiu um financiamento de R$ 10 mil reais para investir nas instalações da sua loja de confecções. “Este recurso veio em boa hora. Realmente pude melhorar e muito minha empresa graças ao apoio que recebi do Banco Social em Cafelândia.”

 

Os interessados em participar do programa precisam se dirigir até ao departamento de Indústria e Comércio, onde está localizado o Banco Social, na Praça Brasília, ao lado da Agência do Trabalhador.

 

Existem três linhas de crédito disponíveis. Duas são para empreendedores formais e também informais. A primeira consiste em um benefício de até R$ 2 mil que deve ser quitado no prazo máximo de 18 meses para quem está começando suas atividades. A segunda é para quem já possui um empreendimento há algum tempo e necessita de investimentos, desde capital de giro até a aquisição de novos equipamentos. O benefício pode chegar até R$ 5 mil e deve ser pago também em no máximo 18 meses. Já a terceira linha de crédito é exclusiva para empresas formais, ou seja, que possuam CNPJ há mais de seis meses. Nesta situação poderá ser disponibilizado um recurso de até R$ 10 mil reais com prazo de 24 meses para o pagamento.

 

“Exemplo se um empresário buscar um financiamento de R$ 5 mil e optar por pagar em 18 meses, o valor da parcela será de R$ 306 reais fixos. A taxa de juros para todas as linhas de crédito é de apenas 0,95% ao mês, uma das menores encontradas no mercado hoje”, finaliza o agente e diretor, Fernando Guedes.

O Fernando Guedes, Geraldo Barbosa da Silva, Thalia Eloa Barbosa da Silva e Emanuella Bonadiman no salão beneficiado pelo programa Crédito: JOSÉ MONTEIRO
Legenda: O Fernando Guedes, Geraldo Barbosa da Silva, Thalia Eloa Barbosa da Silva e Emanuella Bonadiman no salão beneficiado pelo programa

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