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CRAS realiza palestra sobre Transtorno de D?ficit de Aten??o e Hiperatividade em Cafel?ndia

Sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, TDAH, tem sido uma preocupação nos últimos tempos, principalmente com relação ao desempenho dos estudantes em sala de aula. Recentemente o Centro de Referência em Assistência Social de Cafelândia (CRAS) realizou um encontro para tratar do tema.

 

A psicóloga Andréia Squizatto foi a palestrante e segundo ela o TDAH é um transtorno neurobiológico com forte influencia genética, contudo a influencia da família e da escola podem acabar determinando o grau de comprometimento bem como causar outros transtornos, como por exemplo, a depressão. “É de extrema importância lembrar que o ambiente externo contribui para que o TDAH se comprometa ainda mais, mas o modo como a criança foi educada ou a falta de limites não causa esse problema”, explica. “É muito comum os pais pensarem que ter pulso firme e dar umas palmadas irá resolver o problema, mas a angustia que sentem por não terem um retorno bom em relação ao comportamento de seu filho é muito grande, por outro lado quando descobrem que seu filho tem um problema, sentem-se aliviados em saberem que não erraram na educação dele”, completa Andréia.

 

Para a secretária de Ação Social, Nilva Franus, são em momentos do gênero que se pode muitas vezes diagnosticar e remediar uma situação que muitas vezes pode passar despercebida. “Este é um momento de informações, onde os pais têm a oportunidade de aprender um pouco mais sobre as dificuldades que se enfrenta com os filhos bem como terem orientações de quais especialidades devem procurar. É importante esclarecer que esta palestra foi realizada em parceria com as escolas municipais.”

 

De acordo com a coordenadora do CRAS, Maria Lucia de Jesus, após identificar o problema, o passo seguinte é procurar ajuda. “Na palestra também foi falado sobre o diagnóstico, principais sintomas e dificuldades de quem tem TDAH. Por fim comentou-se sobre o tratamento que envolve a medicação, a psicoeducação a pais e professores e foram dadas algumas dicas que podem ajudar a família a ter um melhor relacionamento. A palestra foi tão esclarecedora e informativa que professoras que estavam participando, como mães, pediram para que este assunto seja tratado com todos os professores. Uma das mães agradeceu dizendo que seu filho apresenta todos os sintomas descritos e agora sabe que precisa procurar um especialista”, finaliza Maria Lucia de Jesus.

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